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Ao focar na interpretação das obras de Sigmundo Freud, Capoulade expõe a importância do criador da Psicanálise para o entendimento do ser humano.

Exibição de 15 a 21 de Setembro

De segunda a sexta - 19h30

Sábados e Domingos - 14h

Palavras de Capoulade

Entrevistei 23 pessoas(psicanalistas ou não) em 4 países diferentes, foram mais de 24 horas de entrevistas, sem contar com as filmagens externas(...) Leitores
de Freud tem como tema(...) um debate cultural. Sim, as questões que no início pareciam ingênuas, começaram a se tornar complexas(...) Leitores de Freud é um filme sobre
a maneira como nos apropriamos da psicanálise, mas também de nossas culturas.

(Francisco Capoulade, cineastra)

Enredo
A aproprioação brasileira da obra de Sigmundo Freud e da psicanálise através de entrevistas com leitores de Freud espalhados por cidades brasileiras e européias, tocam
em temas como história, tradução, comportamento, cultura e linguagem, entre outros. Mas, principalmente, oferece uma grande reflexão sobre Freud e o seu
trabalho para desvendar os mistérios da mente humana e suas particulariedades e expõe uma imensa diversidade de interpretações. Essa diversidade da psicanálise
no Brasil é o ponto forte e fascinante.

O Filme e o Diretor - Documentário dedicado à importância de Sigismund Schlomo Freud(Áustria, 6 de maio de 1856/Londres, 23 de Setembro de 1939), o pai da
psicanálise. Médico e Neurologista, utilizou a hipnose para estudar a mente humana e estabalecer elementos para o seu entendimento sobre os mais diversos aspectos.
Dirigido por Francisco Capoulade, é o primeiro episódio de uma série sobre a história da psicanálise. Neste, a figura central é Freud.

Hestórias da Psicanálise - Leitores de Freud. Brasil, 2016.
Direção: Francisco Capoulade
Elenco: Cristiana Facchinetti(Historiadora da psicanálise), André Carone(Filósofo e tradutor), Lya Luft(escritora), Terêncio Hill(psicanalista e pensador),
Ricardo Goldenberg(psicanalista e pensador), entre outros.[

Documentário. 96 minutos. 14 anos. Espaço Filmes.

A Socer Dom Helder Câmara comunica o falecimento do seu sócio emérito, Dr. Paulo Maria de Aragão e convida a todos para a missa da esperança do seu sétimo dia na igreja das Missionárias(Avenida Rui Barbosa, 1246), às 19:00 horas, na próxima segunda-feira dia 07 de dezembro 2015.

O Pleno do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB-CE), homenageou o conselheiro Paulo Maria Aragão, que faleceu nessa terça-feira (1º). A homenagem ocorreu durante a 8ª Sessão Extraordinária do Conselho.

Na ocasião, o presidente da Ordem cearense, Valdetário Andrade Monteiro, disse que Paulo Aragão foi um homem preocupado com o ser humano, prestativo e amigo. “A OAB-CE está de luto pela perda do nosso decano, grande companheiro, sempre disposto a ajudar, humanista, generoso e íntegro. Vai nos deixar muitas saudades”, disse.

Os demais conselheiros também manifestaram palavras saudosas ao lembrar do colega. Ressaltaram a grande colaboração que Paulo Aragão deu à Ordem cearense e ao magistério, com sobriedade, tranquilidade e pautado pela postura ética e séria.

Parte deste texto extraído do site da OAB-CE

Caros colegas,

Lamentamos profundamente o falecimento de nosso amigo Carlos Danilo Oliveira Lopes, integrante do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC) e um dos idealizadores e fundadores da Cordis. Carlos Danilo Oliveira Lopes, figura indelével em nosso meio, formou-se em Comunicação Social ? Habilitação em Multimeios pela PUC-SP, em 2003.
Pesquisador e colaborador em vários projetos, exercia, dentre outras atividades, a função de editor assistente na revista Cordis e secretariava as atividades do NEHSC e do Curso de Especialização em História, Sociedade e Cultura da PUC-SP. A missa de sétimo dia será celebrada neste domingo, 20 de setembro de 2015, às 18h:30, na Capela da PUC-SP, à rua Monte Alegre, 948, Perdizes, São Paulo-SP.
Agradecendo todos os serviços que prestou à PUC-SP, e mais especificamente ao NEHSC, estendemos pêsames e condolências aos familiares, colegas e amigos enlutados diante de tão grande perda.

Yvone Dias Avelino
Professora Titular do Departamento e do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da PUC-SP. Coordenadora do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade - NEHSC - da PUC-SP.

Segunda, 03 Agosto 2015 09:02

Lançamento do livro "PORTO DOS OLHOS"

Será lançado, no próximo sábado,  a partir das 17:00 horas, dia 03 de agosto, na Livraria Cultura, o livro de poesia Porto dos Olhos, da atriz e escritora Glice Sales, com apresentação do ator Ricardo Guilherme. A obra poética foi editada pela renomada Matrix e o prefácio é do teatrólogo B. de Paiva.

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LIVRO: MEMÓRIA E LIBERTAÇÃO 

AUTORA: ARCELINA HELENA PÚBLIO DIAS

LOCAL: CARPE DIEM 104 SUL – 27 de novembro de 2014.

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Release

 

Livro “Memória e libertação”:narrativa de um povo

que lutou pela vida e pela terra em São Félix do Araguaia(MT)

 

Memória e libertação” é o novo livro da jornalista Arcelina Helena Públio Dias, que revive junto ao povo da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT) suas histórias de luta pelos direitos da terra e da vida, durante os duros anos da ditadura militar.

Impactantes, grandes e coloridos murais, pintados por Cerezo Barredo,  durante esse periodo, também contam a história do povo, iluminam e ilustram o livro de Arcelina. E principalmente o bispo Pedro Casaldáliga, líder da resistência desse povo que preserva com dignidade a memória das lutas, perseguições e vitórias.

O lançamento de “Memórias e Libertação”, editado pela Ave Maria, acontecerá no Restaurante Carpe Diem, na 104 Sul, em Brasília, no dia 27 de novembro, uma quinta-feira, a partir das 19 horas. A editora, para conseguir a reprodução da qualidade dos murais e ao mesmo tempo um preço de venda do livro acessível, mandou emprimí-lo na China.

O livro de Arcelina faz parte de um projeto de peregrinação jornalística de 500 dias entre os pobres e excluidos dos cinco continentes, com o objetivo de escrever cinco livros. Memórias e Libertaçãoé o quarto da série.

Durante 100 dias Arcelina conviveu  e conversou com o povo da Prelazia que participou da luta,  se orgulham de sua história e preservam a memória. Dom Pedro, com seus 92 anos, continua em São Felix. Cerezo –  padre, pintor espanhol e  principal muralista das lutas dos povos da América Latina, na segunda metade do século XX –  mora  em Salamanca, onde Arcelina foi entrevistá-lo.

O Governo do Mato Grosso, através da Secretaria da Cultura, tombou os 12 “Murais da Libertação”, localizados em sete cidades da Prelazia, entre os rios Araguaia e Xingu.  Os murais mesclam a lutado povo, com suas características culturais das três raças brasileiras, com as história bíblicas da libertação de Jesus e seus apóstolos.

 

“Este livro mostra um Brasil de histórias de força, um Brasil de necessidades primárias, um Brasil de soluções criativas empolgantes, longe dos holofotes do poder central. É um Brasil que tem muito a ensinar e a ser reconhecido por meio das histórias que compõem a peregrinação da autora pelo resgate da dignidade anônima de tantos cidadãos e cidadãs cujas vidas dizem muito mais do que os falaciosos números estatísticos ou os relatos da história official.”

Edvaldo Pereira Lima

Jornalista e prof da USP

 

“No meio da crise mundial e das graves deficiências das nossas políticae das nossas Igrejas, algo se move. O importante é não deixar cair a profecia” 

Dom Pedro Casaldáliga.

 

Outros livros de autoria de Arcelina Helena:

 

A “Crônica do Salário Mínimo”, (Ed Record), descreve sua vivência de assalariada do Mínimo, na periferia de Belo Horizonte. O relato dos 90 dias pelas três Américas resultou o livro “Sinais de Esperança“, editado pela Vozes. “Perdão, África, Perdão“, (ed. Rede da Paz) foi escrito após 110 dias de peregrinação na África e no Oriente Próximo. “Além do Silêncio” (Ed Ave Maria) é uma grande reportagem sobre os mosteiros ecumênicos da Europa, onde homens e mulheres escolhem a vida simples e solidárias com os excluídos do nosso planeta.

Lançado em inglês pela Universidade Vanderbilt, o livro Dissenso de Washington, de Rubens Barbosa, mereceu destaque na Foreign Affairs.

Segundo a revista, o embaixador “retrata os diplomatas brasileiros como confusos quanto a seu propósito fundamental e indecisos quanto ao que seu País pretende nas relações com os EUA”.

Fonte: O Estadão

O presidente de Zâmbia, Michael Sata, de 77 anos e que estava doente há vários meses, morreu em Londres, anunciou nesta quarta-feira (28) o secretário-geral do governo.

"É com o coração pesado que anuncio a morte de nosso querido presidente Michael Sata", declarou o secretário-geral, Roland Msiska.

Msiska informou que Sata morreu no hospital londrino King Edward VII e pediu aos compatriotas que mantenham a calma.

Há uma semana ele embarcou para a Inglaterra para tratamento médico. No momento da morte, estava acompanhado de sua mulher e familiares, informou ao “Zambia Daily Mail” o porta-voz do governo, Roland Msiska.

Antes da viagem, ele designou o ministro da Defesa, Edgar Lungu, presidente interino. Não está claro, porém, se ele seguirá no cargo efetivo.

Doença misteriosa
Há vários meses os boatos indicavam que Sata estava gravemente enfermo. Ele não foi visto em público desde que retornou da Assembleia Geral da ONU em setembro, onde não conseguiu fazer um discurso.

"Não estou morto", afirmou Sata em 19 de setembro no Parlamento, em uma rara aparição em público.

Apesar da negação oficial sobre uma doença do presidente, analistas afirmam que uma luta pelo poder foi travada nos bastidores para suceder Sata.

Os simpatizantes do presidente, eleito em 2011, o consideravam um homem de ação, mas os críticos chamavam Sata, que foi policial, sindicalista e taxidermista, de populista e autoritário.

Os detratores, a imprensa e até alguns aliados eram atacados muitas vezes por Sata, que ganhou o apelido de "Rei Cobra".

Recentemente, ele havia iniciado uma campanha contra os adversários políticos e jornalistas críticos, que informaram sobre sua doença e "viagens de trabalho", aparentemente para tratamento médico.

Michael Sata foi o quinto chefe de Estado desde a independência do país.

Os fãs de Thalita Rebouças e de Maurício de Sousa se reuniram com os autores para um bate-papo na tarde deste sábado (31) no Auditório Mário de Andrade, no pavilhão Verde do Riocentro, durante a 16ª Bienal do Livro do Rio. Na ocasião, Thalita comemorou o fato de seu livro “Tudo por um Popstar” ter se tornado uma peça teatral e anunciou que o “Fala Sério, Mãe” terá o mesmo destino e que “Tudo por um namorado” vai se tornar filme.

“Eu não sei ainda quando isso vai acontecer. Eu já vendi os direitos autorais, mas essas coisas demoram porque envolve muita gente. Espero que aconteça logo”, completando que gosta de dar pitacos nos atores que interpretam seus personagens.

Do lado de fora, um grupo de adolescentes que não conseguiu entrar gritava “Thalita, eu te amo”. A dupla, já conhecida por outros sucessos solo, esteve na feira para divulgar a parceria “Ela disse, ele disse – O namoro”. Segundo Thalita Rebouças, o convite de Mauricio surgiu na Bienal do Livro do Ceará,  em 2010. O projeto levou três anos para se concretizar.

Antes da conversa iniciar, os personagens de Maurício de Sousa , Mônica e Cebola, da Turma da Mônica Jovem, estiveram presentes. “Eu lia vocês quando vocês ainda eram pequenos, eu tinha conta no jornaleiro para ler vocês”, acrescentando que a filha de Mauricio de Sousa deu a ideia para que os integrantes da Turma da Mônica Jovem lessem o livro ao mesmo tempo que o leitor em “Ela disse, ele disse – O namoro”.  “Desculpa, mas agora, Mônica e Cebola são meus leitores”, brincou.

Questionado pelo público sobre seus personagens se tornarem filme novamente, Maurício de Sousa disse que parou de fazer filmes porque a produção é muito cara. “É preciso se trabalhar muito, fazer uma distribuição audiovisual internacional para que o filme se pague. Mas é possível que a gente volte a fazer daqui a dois anos. Vamos fazer um filme do Horácio em 3D, com efeitos especiais”, afirmou o cartunista.

Um leitor sugeriu a Maurício de Sousa que ele crie um personagem de Thalita Rebouças em seus quadrinhos. “Eu adoro ideias malucas. É uma coisa a se pensar”, respondeu. Eu estou desenhada por ele na ultima pagina do livro.

Ambos disseram ao público que sua inspiração vem da observação do mundo. “Eu me inspiro no contato que tenho com os adolescentes. Adoro misturar realidade com imaginação. Às vezes uma frase já pode dar origem a um livro”, disse Thalita.

Fonte: G1

Para Francisco, a explosão criadora do Universo, que hoje se coloca como origem do mundo, não contradiz a intervenção criadora divina, mas a exige. Foi o que declarou em discurso na Pontifícia Academia de Ciências. Na ocasião, o papa inaugurou um busto de Bento XVI 

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