Notícias Arte e Cultura (14)

http://www.museusegall.org.br/mlsItem.asp?sSume=1&sItem=495

Exposição Noites brancas: Dostoiévski ilustrado

A exposição apresenta uma série de gravuras, desenhos e publicações originais de diversos artistas Abertura dia 27 de julho, às 17h00 de 27 de julho a 29 de setembro de 2013  Diariamente das 11h00 às 19h00 | Fechado às terças-feiras

Confiram a programação que se realizará nas sedes dos grupos teatrais da cidade. Totalmente gratuita: www.circuitoalternativodeteatro.blogspot.com.br

Viva a RESISTÊNCIA do Teatro Cearense!

Se as políticas públicas não viram o TEATRO REVIRA!!!

O Velho e o Novo Testamento guardados nas paredes de um templo. Em forma de pinturas, as histórias sobre Moisés, Cristo e o retrato do “Apocalispse”. Entre 1475 e 1483, foi construída a Capela Sistina, local que abarca pinturas assinados por grandes nomes das artes plásticas, entre eles Michelangelo Buonarotti.

O site do Vaticano, nomeado de A Santa Sé – na versão em português – permite que o visitante adentre num ambiente virtual e conheça de “perto” as imagens que cobrem as paredes da capela. Com o mouse ou as setas do teclado é possível caminhar, mudar o ângulo de visão e aproximar a tela das obras espalhadas. Além destes controles a viagem também possui trilha sonora com música sacra

http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

mais uma vez é escolhido como sede do Festival Ponto.CE, que chega à sua 7º edição. O festival acontece de 07 a 10 de março, sendo considerado o maior festival independente de artes integradas do Ceará, com atrações de música, dança e audiovisual. A programação é gratuita. Para ter acesso aos shows, os interessados devem adquirir bilhetes mediante entrega de 1kg de alimento não perecível.

Cada pessoa tem direito a trocar até 05 ingressos por dia. Os ingressos podem ser obtidos na loja Bronx (Centro, na Galeria do Rock), no Konibaa (Dom Luís) e nas Bilheterias do Dragão do Mar.

 

 

 

Texto do artista sobre a exposição: Caríssimo Tempo,

Como pode entrar assim no meu corpo, na minha alma e deixar tantas cicatrizes? Observo na minha frente o relógio que comprei na Praça Benedito Calixto e ouço as horas passarem como ouço o por do sol no meu coração, sentado nessa escrivaninha rascunhando palavras como se desenhasse uma muda de hortelã, tão breve e tão impreciso. Sei que você fica aí me olhando desconfiado, passeando silencioso pelo ateliê. Sinto a sua presença de maneira muito forte nas asas de uma mariposa brincando entre os meus papéis. Eu te ouço, não se engane. O sol começa a se por. Você visita as minhas matrizes, apoiadas nas prateleiras que estão caindo... Os seus passos são feitos de pó. Suas mãos e seus pés são lâminas que dobram e descascam a superfície das coisas até elas mostrarem os segredos da vida. Tenho 35 anos e percorro a sua curvatura num abrir e fechar de olhos. Imagino um arco-íris na estrada e percebo (entre as linhas que seguram o carrossel) que não posso alcança-lo sem abrir mão de uma vitalidade que escorre e endurece o humor, todos os dias. A seiva torna-se transparente à medida que me aproximo de você, transformando as memórias em um origami vermelho: uma forma vital apoiada em seus caprichos. Por que você é o protagonista dos anos que começam a se apoiar em minhas costas como um filho que pode num gesto deslocar as nuvens. Eu o amo e te odeio. Você me curva lentamente e quer que eu lhe estenda a mão mais uma vez antes de sair. Estender a mão para a luz e as sombras é o mesmo que montar um arco feito de chifres de antílope. A vista embaça. O sono de repente vem povoado de muitas expectativas e imagens que escolhem por si a seta e o alvo: tudo em um passe de mágica. A paisagem desaparece como se eu estivesse numa neblina. Desenho e vejo você parado contornando os pensamentos, criando múltiplos, soprando no ouvido de algum cão o meu nome na vizinhança. Pois bem querido tempo, não posso mais fugir de você. Aqui estou tão vivo e cheio de esperança pelo dia seguinte como um pardal, encolhido no galho de uma árvore. Gosto do vento que passa pela janela. Sinto a dor irrigando as minhas costas, como se uma iguana escalasse uma cerca de bambu. O que eu posso lhe dizer, estendendo a mão no vazio, imaginando você todo empolgado observando uma traça numa prateleira cheia de livros, criando labirintos no conhecimento impresso? Algo monstruosamente perfeito a ponto de eu abrir uma página qualquer do mundo e me surpreender com o medo e o fascínio de te ver tão perto, tão áspero, como parte de uma cadeia alimentar tão antiga? Subo a colina e encontro a lua. Subo o telhado dos pensamentos mais profundos e encontro novamente a LUA. Ela te espera. Ela brilha como se fosse o olho do universo! O que quer que eu diga? A lua é sua amante! Quando ela está entre as nuvens, posso perceber o seu desespero nas frestas, trincando o gesso, dilatando a tinta, quebrando o piso da cozinha, abandonando a crisálida de cristal (pendurada em algum lugar desta casa) para pular no dorso de um gato, com os olhos brilhando como duas pérolas na armadura de um anjo procurando orquídeas nas calhas de zinco. Assim posso abraça-lo. Posso toca-lo no ateliê, meio desconcertado com o que perdi e o que ganhei, escolhendo as pétalas de uma brincadeira calculada, aceitando as condições que os anos de sol me oferecem nos instrumentos e no papel, visitando a Universidade das Maravilhas que se assemelha a pingos de chuva. Algo tão pequeno e tão vasto. Você encontrou esta carta dentro de um envelope pardo em cima da mesa de vidro que cobre a mapoteca. Ela está dobrada. Não fique com raiva. Por favor , leia. Não amasse como da última vez. Falo aqui de coisas que gostaria de demonstrar claramente a você na ponte do amor e do incômodo e de como podemos juntos partilhar de uma ideia de trabalho e de vida, com o peso que as coisas carregam entre as estações. Você mora aqui e sempre nos encontraremos pela manhã, quando eu abrir a janela para inflar o espírito. O ar é a pura liberdade! Você entra e sai como o dono do mundo, passando por portais que não consigo entender. Pois bem, vamos fazer um trato: Você me diz o que quer na ponta dos meus dedos e eu tento figurar uma parte da lua para você. Que tal? Não precisa me responder agora e nem quebrar nada na minha ausência. Basta abrir a carta e deixa-la intacta sobre o vidro. Eu vou entender. Peguei o guarda chuva que ganhei da Ester este ano. Não fique com ciúmes. Eu sei que você gosta de ficar enferrujando as hastes de ferro, de propósito. Bonne soirée!

Ulysses. São Paulo, quarta feira, 23 de outubro 2012.

SERVIÇO:

ABERTURA

24 DE NOVEMBRO | SÁBADO | 10-13hs

GALERIA GRAVURA BRASILEIRA

Abertura- 24/11/2012, sábado, de 10 às 13h

Visitação- de 26 de novembro a 22 de dezembro de 2012.

seg a sex- das 10h às 18h | sáb- das 11h às 13h

GRÁTIS

R. Dr. Franco da Rocha , 61 | Perdizes | f. 11 3624 9193 | 11 3624 0301

www.gravurabrasileira.com

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mais informações com Eduardo Besen ou Nina Kreis

imagens no link abaixo:

http://www.gravurabrasileira.com/exposicao-detalhes.asp?ang=pt&expoId=189

http://www.facebook.com/events/386511771429131/

Dramaturgo e diretor teatral. Um dos fundadores do Grupo Bagaceira de Teatro (2000) e do Outro Grupo de Teatro (2011), nos quais trabalha como dramaturgo, diretor, cenógrafo e, claro, figurinista. Entre suas obras, estão os espetáculos PornoGráficos (2007), Tá Namorando! Tá Namorando! (2008) e Elucubrações (2011). Possui ainda trabalhos nas artes plásticas e no audiovisual.

Quarta, 03 Abril 2013 01:19

Centenário de José María Arguedas

          O grupo de estudos GELTTE/UFC/CNPq coordenado pela Profa. Dra. Roseli Barros Cunha em comemoração ao centenário de nascimento do antropólogo e escritor José María Arguedas (coincidente com os cem anos de redescoberta da cidade de Machu Picchu) e em colaboração com a Biblioteca Dolor Barreira/NUPAC promovem um ciclo de filmes sobre a cultura andina (seguido de um breve debate).

Filme: "Madeinusa "

Direção: Claudia Llosa

Dia: 8 de setembro

Horário: 18:30 h

Local: Biblioteca Pública Municipal Dolor Barreira.

(Av. da Universidade, 2572 - Fone: 3105-1299)

Sinopse: Madeinusa (Magaly Solier) é uma menina que mora em um povoado perdido na cordilheira do Peru, Manayaycuna (povoado no qual não se pode entrar). Esse estranho lugar se distingue por um aspecto de sua religiosidade: a partir da Sexta-feira Santa até o Domingo da Ressurreição, o povoado inteiro pode fazer o que tiver vontade, pois tudo é aceito e permitido sem remorsos. Madeinusa e os outros conservam essa tradição sem questioná-la, mas esse costume será perturbado com a chegada de Salvador, um jovem de Lima que se vê obrigado a permanecer no povoado.

Original em espanhol.

Programação Gratuita!

Herbênia Gurgel

Diretora - Bibliotecária: CRB/3 Reg. 424.

Biblioteca Pública Municipal Dolor Barreira

Equipamento da Secretaria de Cultura de Fortaleza - SECULTFOR

Fone/fax: (85) 3105-1299

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